Nova Galeria de Quase Retratos – António Almeida Santos

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Nova Galeria de Quase Retratos – António Almeida Santos

Campo da Comunicação

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Z1/ZA1/Z2/BAL

Título: Nova Galeria de Quase Retratos Autor: António Almeida Santos ANO DE EDIÇÃO: 2011 COLEÇÃO: documentos Capa: 4 cores – com badanas Miolo: 1 cor Formato: 225 x 150 mm Nº pág: 316 ISBN: 978-989-8465-04-7 ENCADERNAÇÃO: brochado Este livro é um conjunto de leves e breves biografias – que o autor qualifica de “quase retratos” – de personalidades que se celebrizaram nos mais variados sectores de actividade, com direito à admiração e à gratidão dos seus concidadãos, no caso de Mandela inclusivè à veneração da generalidade dos seres humanos. O grande Nelson Mandela é para o autor o ser humano vivo mais único e exemplar. A leitura da sua autobiografia, e de outras obras biográficas sobre a sua vida e a sua obra, bem como a impressão pessoal recolhida em três encontros pessoais, fizeram sentir ao autor sincera pena de ter perdido a faculdade de idolatrar. Não fora assim, e Mandela seria hoje o seu ídolo. Mas admirao mais do que a qualquer outro ser humano vivo. Grande também, mas sobretudo a nível nacional, o conterrâneo do autor, Afonso Costa, o mais genial dos políticos da primeira República. Ainda políticos, destaque também para Cunha Leal, outro brilhante orador parlamentar e líder republicano da segunda metade da vigência da República, e Mouzinho da Silveira, um dos maiores legisladores portugueses de sempre, e destacado defensor dos valores do liberalismo em Portugal, sobretudo como autor de uma vastíssima, preciosa e inovadora obra legislativa. Justificaram também um lugar de destaque nesta “nova galeria de quase retratos” dois médicos e seres humanos que atingiram o alto do mérito, da consagração, e da exemplaridade: um como profissional, resistente à ditadura semi-secular de Salazar e Caetano, e talvez sobretudo como ser humano, Fernando Valle. O outro também como médico, mas sobretudo como excepcional poeta, contista, romancista, diarista e personalidade de excepção, Miguel Torga. O autor tenta desvendar até ao fundo a riquíssima personalidade de um e outro, que intimamente conheceu, com direito ao privilégio da sua amizade. Finalmente um subtil filósofo, destacado político e parlamentar socialista, e corajoso ministro da educação, Sotto Mayor Cardia. E um distintíssimo professor de medicina da Universidade de Coimbra, que se notabilizou pelas inovações que introduziu em Portugal, na área da transplantação de órgãos humanos e além disso também personalidade de referência, Alexandre José Linhares Furtado. Todos seres humanos de referência. Realçar a sua exemplaridade é, além de cumprir um dever, promover o alto da perfeição humana. ANTÓNIO ALMEIDA SANTOS
Nasceu em Cabeça, concelho de Seia, no dia 15 de Fevereiro de 1926 . Tirou o curso liceal, no Liceu D. João III, em Coimbra, entre 1938 e 1945. Licenciou-se em Direito, na Universidade de Coimbra entre 1945 e 1950. Em 1951, cumpriu o serviço militar. Fez o Curso complementar de Ciências Jurídicas em 1952. Entre 1953 e 1974, exerceu a advocacia em Lourenço Marques, onde integrou o grupo dos Democratas de Moçambique. Em 1974, após a Revolução de Abril, integrou o I Governo Provisório, como titular da pasta da Coordenação Interterritorial. Sobraçou a mesma pasta nos II, III, e IV Governos provisórios. Nessa qualidade, integrou as delegações que negociaram e assinaram todos os acordos de descolonização das antigas colónias portuguesas. Demitiu-se do IV Governo Provisório, conjuntamente com os ministros socialistas, social-democratas e independentes, na sequência do «Caso República», em protesto contra esse e outros excessos do PREC. Regressou no VI Governo Provisório, presidido pelo Almirante Pinheiro de Azevedo, como Ministro da Comunicação Social. No I Governo Constitucional, presidido pelo Dr. Mário Soares, foi Ministro da Justiça. No II Governo Constitucional, também por ele presidido, foi Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro. No chamado Governo do Bloco Central, constituído pelo PS e pelo PSD, presidido pelo Dr. Mário Soares, foi Ministro de Estado e Ministro dos Assuntos Parlamentares. Nas eleições legislativas de 1985 foi candidato a Primeiro-Ministro apesar de não ser Secretáriogeral do PS. Durante os governos presididos pelo Prof. Cavaco Silva foi Deputado à Assembleia da República e líder do Grupo Parlamentar do PS. Após o regresso do PS ao Governo, sob a presidência do Eng. António Guterres, foi Presidente da Assembleia da República durante cerca de seis anos. Após nova vitória do PSD regressou à bancada do PS, como Deputado. Nas eleições seguintes entendeu que era tempo de pôr um ponto final na sua carreira parlamentar. Entre 1995 e o último congresso do PS foi Presidente do partido. Foi, até ao termo da última legislatura, membro do Conselho de Estado, eleito pela Assembleia da República. É autor de vinte e oito livros, alguns dos quais foram apreendidos pela PIDE, antes do 25 de Abril.

Condição: NOVO! Vários exemplares disponíveis.

 

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